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A importância da carne na alimentação

A carne pode ser parte de uma dieta saudável quando sua qualidade é comprovada e seu consumo se der de forma a reduzir riscos de problemas como doenças do coração causadas pelo excesso de gordura no organismo. É um alimento muito completo e seus nutrientes são difíceis de serem repostos com outras fontes, principalmente os aminoácidos.
A carne é uma fonte de proteína e a maior fonte de cinco importantes vitaminas: tiamina, niacina, riboflavina, vitaminas B6 e B12. Além disso contribui com minerais, principalmente o ferro e o zinco. No caso do ferro, o consumo de carne é aconselhável por ser uma fonte fundamental pelo de ferro-heme, uma forma do mineral que é absorvida mais eficientemente pelo organismo.
Até mesmo a gordura é necessária ao organismo. “O problema está sempre no excesso. O exagero em qualquer circunstância é sempre prejudicial ao organismo”, explica a nutricionista Gilvânia Dardis. “No caso específico da gordura encontrada na carne, é principalmente a falta de exercícios e a falta de fibras na dieta (que atuam na absorção da gordura) que tem causado problemas às pessoas. Deixar de consumir carne pode não ser a solução ideal.”
Em face da importância como alimento, e do processo educacional dos consumidores, que a cada dia se tornam mais esclarecidos e exigentes, a demanda por produtos de qualidade tem aumentado de forma extraordinária. A preocupação com os aspectos relacionados à saúde e ao bem-estar das pessoas tem aumentado de forma considerável. Essa demanda acontece tanto pelos atributos intrínsecos de qualidade como maciez, sabor, quantidade de gordura, como também pelas características de ordem ou natureza voltadas para as formas de produção, utilização do meio ambiente, processamento, comercialização, etc.
As questões relacionadas à segurança: contaminação por patógenos, pesticidas e agentes biológicos, o uso de antibióticos e/ou hormônios e a possível presença da encefalopatia espongiforme bovina (BSE ou mais comumente “vaca louca”) são as que mais preocupam os consumidores. Esse medo do consumidor, por questões reais ou imaginárias, tem aberto espaços para produtos denominados naturais ou orgânicos, e que são obtidos sem a utilização de produtos impróprios ou considerados nocivos à saúde.

 

 

Fonte: www.provedordealimentos.com.br

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